Especial Viagens – Roma (Parte 01/03)

A Itália costuma ser um país muito desejado por casais em lua-de-mel. Sua capital, Roma, é ótima para quem busca um banho de história e romantismo.
Eu, pessoalmente, não fiquei muito fã da cidade. Achei desorganizada, mal sinalizada, com pessoas mal-educadas. Fomos muito mal-tratados por lá, com direito a expulsão sem motivo de um restaurante (Il Sechio, evitem a todo custo) e cotoveladas em ônibus. O calor no verão é de matar, chegando a 40º tranquilamente. Mas os pontos turísticos são lindos, a comida é ótima e o vinho ajuda muito.

COMO CHEGAR: Chegamos de avião, estávamos em Praga, e desembarcamos no aeroporto Leonardo Da Vinci – Firmino. De lá pegamos um trem até o hotel, foi super tranquilo e o hotel era bem perto da estação Termini, a estação central.
Do Brasil, a empresa que sai com voos diretos é a Alitalia.

DICAS BÁSICAS:
– Compre o RomaPass. Por 35 euros você tem acesso livre a algumas atrações, corta fila e é usado como vale-transporte também!
– EVITE O TRANSPORTE PÚBLICO. Os ônibus são super lotados (Paulistas, imaginem o Terminal Pirituba às 18:00 horas, só que lá é assim o dia todo). O metrô tem poucas linhas e é bem mal-cuidado. Linha 4-Amarela ganha de lavada em beleza e serviço. Então, se puder, vá andando! O trânsito é caótico.
– Roma tem muitas igrejas católicas (é claro!). Selecione bem as que você quer visitar ou corre o risco de ficar o passeio todo só vendo igrejas. Nós contamos 32 em 4 dias de passeio (claro que não entramos em todas).

Vamos ao roteiro:

1º DIA – Piazza Venezia – Panteão – Fontana di Trevi – rio Tevere
Antes de sair, almoçamos em uma cantina perto do hotel. Tinha várias, quase todas com o mesmo preço, 8 euros o menu de massas. Nos entupimos de macarrão e saímos. Pegamos um ônibus até Piazza Venezia e de lá nos perdemos e acabamos indo parar no Fórum de Trajano, um sítio arqueológico, mas não entramos porque estava fechado. Andamos para o lado errado, encontramos o Coliseu, mas não era o dia de visitá-lo, então voltamos. Fomos nos enfiando nas “vias” (ruas), na certeza de não estar chegando em lugar algum, e de repente, achamos o Panteão! Uma super muvuca na porta, com direito a romanos caracterizados.

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Não conseguimos entrar porque já tinha fechado também. Continuamos andando e achamos que estávamos perdidos até que a Fontana di Trevi surge na nossa frente. Em Roma, isso é muito normal. As atrações são pouco sinalizadas, as ruas estreitas, e quando você menos espera, você encontra alguma coisa. Afinal, numa cidade milenar, qualquer coisa é história.

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Fontana di Trevi

O calor era tanto que ficamos sentadinhos sendo refrescados pelos respingos da fonte. Jogamos nossas moedinhas para poder voltar a Roma (diz a tradição), tomamos um gelatto (o meu derreteu antes que eu pudesse dar duas lambidas) e decidimos voltar ao hotel para nos refrescarmos.
Saímos a noite (eram umas 20 horas, mas tinha sol) e fomos procurar o rio. Nessa altura eu estava apaixonada por rios da Europa e queria ver todos! Estava acontecendo uma procissão para Nossa Senhora no Tevere (o rio), achamos que o papa estava lá mas não estava, rezamos e aproveitamos a feirinha que acontecia nas margens dele. Uma graça! Já cansados, voltamos pro hotel para dormir.

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Procissão no rio Tevere

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